No show do intervalo do Super Bowl, Bad Bunny encerrou sua performance com um momento simbólico que virou destaque da noite: o artista citou todos os países das Américas enquanto bandeiras eram exibidas atrás dele e um telão projetava uma mensagem poderosa sobre amor e união. A ação encerrou a apresentação em clima de inclusão e celebração cultural.
(Foto: getv)
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Ao final de sua apresentação, Bad Bunny percorreu o palco nomeando cada país da América, do Sul à Norte, conectando cada nação à mensagem exibida no telão.
Pessoas seguravam as bandeiras correspondentes, compondo um cenário vivo e multicultural que transformou o palco em uma celebração continental. O momento combinou música, dança e elementos visuais, criando um encerramento memorável e simbólico para o Halftime Show.
O telão gigante transmitia “O único coisa mais poderosa do que o ódio é o amor”, tornando o momento visual e simbólico, uma celebração da unidade continental.
Significado cultural
(Foto: getv)
O gesto de citar todos os países das Américas e exibir a frase no telão transformou o show em mais do que entretenimento: foi uma declaração de amor, unidade e respeito à diversidade cultural. Bad Bunny se consolidou como um representante da música latina no palco global, mostrando que o Super Bowl pode ser também um espaço de expressão artística e inclusão.
Cenografia e convidados
Durante o show, Bad Bunny contou com a presença da “casita”, onde celebridades como Jessica Alba, Pedro Pascal, Karol G, Young Miko, Cardi B, David Grutman e Alix Earle apareceram dançando, sem interagir diretamente com o cantor.
Participações especiais de Lady Gaga e Ricky Martin reforçaram a dimensão visual do espetáculo, sem tirar o foco do momento simbólico final.



