Billie Eilish ganhou, pela terceira vez, o Grammy de música do ano – um recorde. A norte-americana recebeu o troféu na noite de domingo (1º/2), pela qualidade da música “Wildflower”. Mas não demorou muito para surgirem críticas e questionamentos nas redes sociais. O motivo: “Wildflower” faz parte do álbum “Hit Me Hard and Soft”, lançado em maio de 2024, e o período de elegibilidade para o Grammy 2026 consistia em lançamentos entre 31 de agosto de 2024 e 30 de agosto de 2025.
(Foto: YouTube / Recording Academy)
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Qual foi a manobra de Billie Eilish, então? A cantora conseguiu ser indicada e sair vitoriosa na categoria de música do ano porque “Wildflower” saiu como single apenas em fevereiro de 2025. Mesmo a música já existindo desde maio de 2024 (o álbum chegou a ser indicado ao Grammy 2025!), há uma regra que possibilidade a jogada da cantora.
O regulamento da Academia da Gravação prevê que uma música lançada como parte de um álbum, fora do período de elegibilidade, pode concorrer a gravação do ano ou música do ano caso ela tenha sido lançada como single comercial dentro da janela de elegibilidade. Isso já aconteceu outras vezes.
Com a vitória, Billie Eilish quebrou um recorde com o irmão Finneas. Os dois se tornaram os compositores mais premiados na categoria música do ano do Grammy. Além de “Wildflower”, já haviam vencido com “bad guy” em 2020 e “What was I made for?” em 2024.
Billie Eilish no Grammy
A cantora é uma das queridinhas da Academia da Gravação. Desde o início da carreira, ela já recebeu 34 nomeações ao Grammy e venceu dez delas. Billie ganhou o Grammy de artista revelação aos 18 anos, em 2020, e levou todos os troféus principais da cerimônia na mesma noite – álbum do ano (“when we all fall asleep, where do we go?”), gravação do ano (“bad guy”) e música do ano (“bad guy”).




